quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

O ano em fatias


“Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança,
fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar
e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação
e tudo começa outra vez, com outro número
e outra vontade de acreditar
que daqui para diante,
vai ser diferente. “

Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Aleluia! Jesus nasceu.


Era noite em Belém da Judéia e lá estava o menino. Por falta de um lugar para pousar veio ao mundo em uma estrebaria. Na falta de um berço o deitaram em uma manjedoura.
Lá estava Deus. Longe do trono, longe da glória, mas perto dos homens. Na forma de homem, em corpo de criança. Aquele que criou mundo, agora estava no mundo, dentro dele, sujeito o a ele. Ele não conhecia o tempo, era chamado Pai da eternidade. Agora estava subjugado as horas, aos dias, aos meses e aos anos. O Deus que não sabia o que era cansaço e fadiga ia provar do castigo que impôs ao próprio homem. Deus iria se cansar, iria suar, iria se exaurir. O Todo poderoso que nunca dorme, nem cochila passaria a ter uma cama, mas na maioria das vezes não teria onde recostar a cabeça. O Onipotente que sustenta tudo com suas mãos agora seria embalado nos braços de uma mulher. O provedor de toda vida. O que aos animais dá a cada dia o seu sustento, agora iria ser alimentado por um ser limitado. Detentor de toda inteligência e sabedoria, como qualquer criança, o próprio Deus deveria ir a escola e ainda chamar de mestre alguém cujo entendimento, diante do arquiteto do universo, não se compara a nada.
No céu unanimidade. Na terra, dúvida e questionamento. Quem és tu? Que sinal tu fazes para que creiamos em ti? Perguntarão a ele. Tens demônio! Dirão alguns. Estás louco! Outros afirmarão. Dor, fome, sede, humilhação, incredulidade, rejeição. “Porque me obrigaste a vir?”. Não! Essa frase nunca saiu de sua boca. Ele sabia o que o esperava. Ele não foi obrigado a vir, pelo contrário. Ele quis vir. “A minha vida a dou, eu voluntariamente a dou para tornar a tomá-la”. Será que vale a pena? Perguntaram os anjos. Será que vale a pena? Questionaram os demônios. Será que vale a pena? Indagou o diabo. A resposta? “Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. O evangelista João escreveu “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós”.
Quando essa palavra se cumpriu poucos perceberam. As testemunhas da entrada de Deus no mundo, provavelmente, foram alguns cavalos, algumas mulas e alguns camelos. Não houve estardalhaço, não houve homenagens nem honrarias. Fora da estrebaria a rotina das pessoas continuavam. O povo comia, bebia, dormia, conversava, dançava etc. O próprio Deus veio ao mundo e apenas uns poucos se deram conta disso naquela noite. Alguns pastores no campo e os e os anjos no céu. Os magos? Os magos chegaram depois. Naquele dia que parecia comum, a história da humanidade começou a ser mudada para nunca mais ser a mesma.
Quase dois mil anos se passaram, e a história se repete. Natais vêm e vão, e as pessoas continuam as mesmas. Planejando suas festas, comprando seus presentes e etc. Estão dando continuidade as suas vidas sem perceberem o verdadeiro significado do Natal. Mais uma vez o filho de Deus passa desapercebido da maioria das pessoas, mas nos quatro cantos desse planeta existem pessoas que perceberam que o próprio Deus veio ao mundo através de seu filho Jesus e abriram a estalagem do seu coração permitindo que suas histórias fossem mudadas a fim de que não sejam mais as mesmas pessoas.
Jesus nasceu e ainda continua nascendo na vida das pessoas. Assim o natal se repete a cada dia da existência humana.
Antes de Cristo ou depois de Cristo. Assim se resume a história da humanidade. E a sua?

Pense Nisso!

Feliz Natal!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Que o final seja como o começo (Parte 2)


Cair não é nada bom. Nada bom mesmo.
Quando as bolsas de valores em todo mundo caem, o mercado financeiro entra em colapso.
Quando uma criança cai, o pai se preocupa.
Quando um ciclista cai acontecem alguns arranhões.
Quando um velocista cai, ele perde tempo e na maioria das vezes a corrida.
Quando um avião cai o desastre é quase total.
E quando um crente cai? Na maioria das vezes essa pergunta é respondida com outra. Caiu com quem? Isso porque para um bom número de crentes o cair só tem uma referencia, ou melhor, duas. Adultério ou fornicação. É claro que essas práticas são quedas, mas são quedas porque são pecados, sendo assim, toda prática que desagrada a Deus é vista como queda, por isso, a humanidade está decaída, porque seu estilo de vida fere os princípios de Deus.
Mas a despeito da queda, conhecida como pecado original, existe um tipo de queda que só os crentes podem ter. Veja você mesmo. “Lembra-te, pois de onde caíste...” Ap.2:5. Mais um vez o texto fala da igreja de Éfeso. A aquela igreja não era adúltera, corrupta, infiel ou coisa parecida, mas aos olhos de Jesus ela estava caída. A que queda Jesus se referia? Seria a queda nos dízimos e ofertas? Seria a queda da freqüência aos cultos? Ou seria a queda no número de crentes? Nada disso! O que caiu foi a intensidade do amor, da paixão pelo próprio Cristo. Para Jesus quando a paixão diminui estamos caídos.
Ao meditar sobre isso, me lembrei da história de dois obreiros cascudos de uma igreja que observavam um novo convertido no auge da paixão. Ele era todo entusiasmo, gratidão, louvor, serviço, amor e adoração. Então um dos obreiros comentou com o outro “Lembra como nós éramos no início? Iguaizinhos aquele jovem, cheios de paixão e entusiasmo, só que agora o tempo passou e já não somos mais a mesma coisa. O que você acha de alertarmos aquele jovem para ir mais devagar?”. O outro obreiro concordou e ambos foram falar com o rapaz. Então eles se aproximaram e disseram “Meu filho, nós temos observado seu fogo, sua paixão pelo Senhor, mas olha só, nós um dia também fomos assim. No início éramos iguaizinhos a você, mas com o tempo isso vai mudar, por isso não precisa tanto exagero”. Então o rapaz olhou para os obreiros cascudos e disse “Se com o tempo eu ficar como vocês eu paro, volto e começo tudo de novo”.
Esse jovem tem razão. É melhor voltar e começar novamente do que se tornar um falso crente maduro, que pensa que é adulto, mas que na verdade perdeu a paixão. O grande problema não é cair, o maior problema é não querer se levantar. É a indiferença, é o tanto faz, tanto fez. A renovação da paixão sempre será fruto de um sentimento de insatisfação causado pelo reconhecimento de que o amor pelo mestre já não é como no início.
Portanto “Lembra-te de onde caíste, arrepende-te e praticas as primeiras obras”. Ap.2:5.

Pense nisso!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Que o final seja como o começo (Parte 1)


Só para variar, estive pensando um pouco. Estava refletindo sobre nosso comportamento quando ganhamos ou compramos algo novo.
Lembro quando comprei meu primeiro carro (como se já tivesse comprado um segundo ou terceiro, na verdade ainda estou com ele. Rssss.). Quanto cuidado. Estacionava o carro morrendo de medo de arranhar a pintura. Mudança de marcha no tempo certinho, nada de esticadas. Parava o carro a dois palmos do meio fio. Não queria arranhar as rodas. E ai de quem se atrevesse a bater a porta do possante como se fecha uma geladeira velha. Fogo consumidor se acendia nos meus olhos. Andava na rua todo prosa com meu Kadetão 96, crente que estava abafando. Mas aí o tempo passou, passou e passou. Me pergunte agora se o cuidado é o mesmo? Acho que não preciso nem responder.
A mesma coisa acontece com a TV nova, o computador novo, o celular novo e também, como não poderia deixar de ser, com a fé nova. No início: motivação, entusiasmo, empolgação e encantamento. Mas com o tempo ... Ah, o tempo.
Esse tal de tempo pode ser um grande amigo, mas também um grande algoz, principalmente quando está relacionado a fé. E quando me refiro a fé, não estou falando daquele poder que move o sobrenatural, mas da fé relacionada a vida cristã, ao relacionamento com Deus. Sim, o tempo pode ser o instrumento que desgasta a paixão, o amor e o fervor espiritual. Com o tempo podemos até manter a forma, mas perderemos o conteúdo. Foi assim com os crentes de Éfeso. Continuavam indo aos cultos, a EBD, a praticar boas obras e um monte de coisas boas, mas as palavras de Jesus foram essas “Vocês não me amam como no princípio! Pensem naqueles tempos do seu primeiro amor” (Bíblia Viva). Ap. 2:5.
Deus não está mais preocupado com o que fazemos para ele do que com o que nós sentimos por Ele. O Senhor acima de tudo quer saber se a paixão está intacta. Para alguns a vida é bastante corrida. Chegam a achar que um dia deveria ter 48 horas. Acham que oram pouco, lêem pouco a Bíblia, vão pouco a igreja, mas acima de tudo possuem uma paixão, uma sede de Deus, um fogo que lhes consomem a alma. Enquanto outros possuem uma vida mais light, são verdadeiros ratos de igreja, não perdem uma reunião. Lêem as escrituras regularmente e até oram como todo bom crente deve fazer, todavia se tornaram religiosos e nem perceberam. O fogo se abrandou, diminuiu, é quase uma sentelha.
Então como não permitir que o tempo não diminua a paixão? Pode não ser fácil, mas é simples. Voltando ao começo.
Façamos o caminho de volta, como fizeram José e Maria quando deixaram o travesso Jesus em Jerusalém. Voltemos perguntando, buscando e procurando. Por certo o encontraremos. Porque quem busca, acha. Quem pede, recebe. E quem bate, a porta se abre.

Pense nisso e não deixe a paixão se esfriar.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Debaixo do sol


Antes de tudo. Se esse título te fez lembrar praia ou algo parecido, esqueça. Qualquer associação é mera coincidência.
Continuando. Debaixo do sol é uma expressão que se repete inúmeras vezes no livro de Eclesiastes, que, aliás, se tivesse sido escrito por mim nunca teria esse título. A própria frase “Debaixo do sol”, seria um tema mais sugestivo, já que essa frase revela o assunto principal a ser tratado pelo livro, que são as nuances da vida e da existência humana nos poucos anos de vida terrena.
O livro de Eclesiastes é singular, porque aos meus olhos, nenhum outro livro da Bíblia se mostra tão natural, tão humano, tão próximo do nosso dia a dia, da nossa realidade. A impressão que tenho é que os demais livros das Escrituras são espirituais, elevados, transcendentes demais, enquanto Salomão nesse livro parece se preocupar apenas em mostrar a vida como ela é. Sem anjos, sem visões, sem profecias, sem manifestações sobrenaturais. Apenas a vida.
Lembro-me de ter ouvido uma Pregação do Pr. Lucinho, da Igreja Batista do Getsêmane, dizendo que Deus é Deus e a vida é a vida. Isso porque algumas pessoas possuem uma extrema dificuldade em aceitar alguns acontecimentos da vida, como se algo estranho estivesse acontecendo com elas, quando na verdade não está acontecendo nada de anormal. Na vida debaixo do sol o bem e o mal são possibilidades e Deus não se vê obrigado a intervir, embora o faça quando acha que deve.
Em um mundo decaído a felicidade, a alegria, a tragédia e o absurdo vivem debaixo do mesmo teto. Preste atenção nesses versículos e comprove essas verdades.

“Um justo que morreu apesar da sua justiça, e um ímpio teve vida longa apesar da sua impiedade”. Ec.7:15.
“Há mais uma coisa sem sentido na terra: justos que recebem o que os ímpios merecem, e ímpios que recebem o que os justos merecem. Isto também, penso eu, não faz sentido”. Ec.8:14.
“Percebi outra coisa debaixo do sol: Os velozes nem sempre vencem a corrida; os fortes nem sempre triunfam na guerra; os sábios nem sempre tem comida; os prudentes nem sempre são ricos; os instruídos nem sempre tem prestígio; pois o tempo e o acaso afetam a todos”. Ec.9:11.
“Além do mais, ninguém sabe quando virá a sua hora: Assim como os peixes são apanhados por uma rede fatal e os pássaros são pegos em uma armadilha, também os homens são enredados pelos tempos de desgraça que caem inesperadamente sobre eles”. Ec.9:12.

Quem sabe você não gostou do que leu, mas a observação e a experiência mostram que a vida é assim. A vida aqui embaixo não é justa e muito menos coerente. Alguém pode perguntar: Porque Deus permite essas coisas? Não sei. Talvez para nos lembrar que aqui ainda não é o paraíso, mas que existe um paraíso para aqueles que desejam. Talvez para nos mostrar que na vida existem dois caminhos. Ficar a mercê do acaso e da sorte ou se lançar confiantemente nos braços de um Pai de amor, cuja palavra diz que “Todas as coisas cooperam juntamente para o bem daqueles que o amam”. Rm.8:28.

Pense nisso.

“Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e obedeça os seus mandamentos, pois isso é o essencial para o homem”. Ec.12:13.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Espiritualidade burocrática


Vou tentar tornar mais clara minha reflexão tomando como exemplo uma repartição pública.
Sem querer colocar todo mundo no mesmo saco, mas a maioria das instituições governamentais são vistas como lugares desorganizados, precários e pouco eficientes, onde as coisas até acontecem, mas de forma muito morosa. Em muitos desses lugares as pessoas apenas estão presentes. Batem cartão na entrada e na saída, mas produzem pouco e empurram com a barriga tudo que deveria e poderia ser feito de forma rápida e excelente. Alguns chegam a ponto de nem comparecerem diariamente ao local de trabalho se dando ao luxo de apenas assinarem o ponto no final do mês. O que quero dizer com isso?
Essa mesma realidade pode ser vista na vida de muitos de nós. Será que também não estamos burocráticos em nosso relacionamento com Deus?
Quantas vezes vamos a igreja apenas bater ponto? Freqüentamos aos cultos toda semana, fazemos nosso devocional diária e regularmente, oramos, lemos a Bíblia, participamos de algum ministério, mas a questão é, de que forma estamos fazendo as coisas? Com fervor? Com alegria? Ou por obrigação, empurrando tudo com a barriga? Para Deus não basta fazermos as coisas,tão importante quanto isso é como fazemos as coisas.
Oração sem entrega e quebrantamento são apenas palavras vazias. Leitura da Palavra sem a devida atenção para se ouvir deus falar é apenas religiosidade. Fazer parte de um ministério sem amor e dedicação é ativismo, desperdício de energia. Ir ao templo sem a consciência de culto é perda de tempo, é ser burocrático, é bater cartão.
Quantas vezes apresentamos nosso currículo religioso e burocrático para Deus baseados em números e performance fazendo dele um instrumento para barganharmos algumas benções com o Senhor, como quem diz “Deus faça isso, Pai faça aquilo. Eu tenho estado sempre na sua casa, eu oro, eu leio a tua Palavra, eu faço a sua obra ...”. Como se fazendo isso o beneficiado fosse Deus, como se Ele precisasse dessas coisas e se nós não as fizéssemos Deus estaria perdido. Talvez exista até alguém que pense “O seria de Deus sem mim”.
Precisamos abandonar essa espiritualidade burocrática cheia de formas e aparência que não nos faz crescer, amadurecer e frutificar. Onde o tempo passa e continuamos as mesmas pessoas: descuidados, desorganizados, lentos, morosos no crescimento e no aprendizado das coisas espirituais. Não sejamos funcionários públicos espirituais.

“Não sejais vagarosos no cuidado, mas sede fervorosos no espírito”. Rm.12:11.

Pense nisso.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Seguir a Jesus é difrente de entrar para igreja

Assim como o evangelho não tem nada haver com religião, seguir a Cristo ou recebê-lo como salvador em nada se relaciona com o fato de ir à igreja ou como preferir “ir para a igreja”. Porque estou dizendo isso?
Depois de algum refletindo, cheguei a conclusão que não sabemos evangelizar. Normalmente quando temos a oportunidade de compartilharmos a Palavra com alguém, é justamente a Palavra que menos compartilhamos. Talvez por falta de conhecimento. Então o nosso evangelho se resume a frase “Fulano(a) você precisa entrar para a igreja”. Sei que a intenção de um crente ao dizer isso para alguém é a melhor possível, mas isso não é o evangelho. Quando um crente prega dessa forma acho que no fundo ele está querendo dizer “Olha, eu não sei falar de Jesus(evangelho) para você, mas se você for para igreja com certeza o pastor vai saber falar melhor do que eu”. É, acho que deve ser isso, mas uma coisa me preocupa.
Ficamos felizes quando alguém aceita o convite de ir a igreja e em indo a igreja, gosta do que ouve e acaba “entrando para a igreja”. O grande perigo de se entrar para igreja é não entender o significado de se estar ali. Porque “entrar para igreja” é uma coisa, assumir um compromisso com Cristo é outra coisa totalmente diferente.
Pessoas podem entrar para igreja-denominação (Assembléia de Deus, Universal, Batista, Nova Vida e etc), sem entrar para igreja, corpo espiritual de Cristo, que não tem endereço, CNPJ ou cartão de membro.
Entrar para igreja, pode significar apenas freqüentar as reuniões regulares, os cultos, os eventos, mas a vida pode continuar a mesma coisa. A mesma conduta, o mesmo comportamento. Continua mentido, roubando, odiando, sendo infiel à esposa, orgulhoso e por aí vai. Acho que pensam que o simples fato de serem freqüentadores assíduos de uma denominação e ficarem ali ouvindo coisas a respeito de Deus ira conceder a eles algum tipo de poder, privilégio ou isenção de sofrimento.
Entrar para igreja, para muitas pessoas pode significar apenas uma mudança de religião. Como quem diz “Eu era católico, agora sou evangélico”, ou “Antes eu ia a sessão espírita, agora eu vou ao culto”.
O que quero dizer é que ir para igreja não adianta nada, o que adianta é entrar em Jesus. É cair dentro dele. Quantos se decepcionam ao entrar para igreja, pois achavam que a vida financeira iria melhorar, que iriam ter menos problemas e etc. Outros reclamam que a vida ficou mais difícil e tudo mais. Aí abandonam a igreja. Eles não abandonam a Jesus, porque a Ele, na verdade, nunca conheceram.
Seguir a Jesus não é entrar para igreja, isso é conseqüência. Também não é mudar de religião. Seguir a Jesus é crer nele, e crendo nele como salvador da humanidade e único caminho até Deus, seguir os seus passos, isto é, seu exemplo em palavras, gestos, sentimentos e atitudes para com Deus e o próximo, me tornando imitador daquele viveu um tipo de vida que marcou o seu tempo e a história para sempre. E como saber como segui-lo? Observando a sua vida registrada nos evangelhos. Apenas isso.
Seguir a Cristo é ser como Ele.

Pense Nisso.