"Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, nem sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir." Martinho Lutero
quinta-feira, 11 de julho de 2013
E se você pudesse correr sem nunca se cansar
Já imaginou? Seria maravilhoso! Começar a correr e percorrer quilômetros sem nunca cansar e nunca precisar parar. Eu, particularmente, correria todas as provas de que tivesse conhecimento. Participaria de todas as maratonas e meias-maratonas ao redor do mundo. Correria em desertos. Atravessaria países inteiros com minhas pernas. Mas alguém diria “impossível! Onde já se viu alguém correr pra sempre, sem se cansar?”. Isso é porque você nunca ouviu falar de Dean Karnazes.Esse americano simplesmente não se cansa nunca.
Dean, sempre gostou de correr e passou a infância toda correndo até os 14 anos, depois decidiu fazer outras coisas. Ele estudou, se formou, arrumou um bom emprego e nunca mais correu. Um dia, no seu aniversário de 30 anos, ele estava num bar com seus amigos e de repente ele decidiu comemorar seu dia de uma forma diferente. Ele virou-se para seus amigos e disse “Pessoal, estou indo. Vou celebrar correndo 48 km”. Ninguém entendeu nada. Então ele saiu do bar e começou a correr exatamente do jeito que estava (bêbado e de chinelos), e do jeito que estava ele completou 48 km. No final parecia tão inteiro quanto no começo. Desse dia em diante sua vida nunca mais foi a mesma.
Desde então Dean Karnazes vem participando de maratonas e ultra-maratonas ao redor do mundo. Sua capacidade física tem deixado os estudiosos boquiabertos porque ele simplesmente não se cansa nunca. Ele já correu mais de 80 horas sem parar e não mostrou nenhum sinal de cansaço. Quando corremos, por causa da queima de energia, os músculos produzem ácido lático que aumentam em nosso sangue durante exercícios físicos duradouros, isso faz com que os músculos sintam fadiga causando câimbras nos forçando a parar. Mas de um jeito que ninguém sabe explicar isso não acontece com Dean, pelo contrário, ficou comprovado através de exames que quanto mais Dean corre menos ácido lático ele produz, contrariando toda lógica. Por isso, quanto mais ele corre, mais ele consegue correr. Você gostaria de ser assim? Eu também, mas poucas pessoas podem, ou talvez só ele possa, pelo menos fisicamente falando, mas podemos ser Deans Karnazes na vida e na alma.
Quantas vezes na corrida da vida nos cansamos de sonhar, batalhar, perdoar, amar, acreditar, viver. Nossa mente começa a produzir ácido lático. A Alma sente dor. Pensa em parar, voltar atrás, desistir. Se isso acontecer lembre-se de uma promessa de Deus “Mas os que esperam no senhor, renovarão as suas forças, subirão com asas como águias, correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão.”. Is.40:31.
Você não precisa parar por causa da dor ou cansaço da vida. Deus faz de você um Dean. Ele tem uma genética privilegiada, mas você tem um Deus sobrenatural.
Pense nisso!
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Salvos por um mergulho profundo
Os médicos Karina Dubeux e Isac Szwarc estavam em férias na Tailândia em dezembro de 2004 quando um dos maiores desastres naturais da história atingiu alguns países do litoral do sudeste asiático. O tsunami naquele ano matou milhares de pessoas entre turistas e locais, mas esse casal de brasileiro conseguiu se salvar por causa de um mergulho.
Há anos eles estavam planejando conhecer o litoral tailandês e ao mesmo tempo praticar o hobby preferido do casal, mergulhar.
No dia da tragédia algumas “coincidências” aconteceram para que eles estivessem no local certo e na hora certa para que não fossem atingidos pelo tsunami. O atraso na programação, a localização geográfica, o mergulho contribuíram para que suas vidas fossem preservadas, mas houve uma coisa que foi primordial para salvar suas vidas. A profundidade do mergulho.
Na hora do tsunami o casal de mergulhadores não estava na praia, no barco ou na superfície do mar, senão seriam arrastados, eles estavam a 23 metros de profundidade. Quando o tsunami passou eles perceberam algo diferente acontecendo, mas nunca poderiam imaginar que se tratava de um tsunami. Debaixo d’água eles tiveram alguns problemas. Foram pegos por alguns redemoinhos, pela correnteza, mas conseguiram se livrar. Quando voltaram a superfície o pior já havia passado e eles estavam vivos, mas na praia havia morte. Só então eles perceberam que uma tragédia havia acontecido. Agora eles estavam salvos, mas como médicos tinham que socorrer aqueles que estavam feridos e necessitados de ajuda.
Acho que essa história tem tudo a ver com a vida Cristã. Na existência tsunamis estão sempre vindo em nossa direção, para não sucumbirmos diante deles nossa salvação deve ser mergulharmos nas águas profundas do Senhor: no Espírito, na Palavra, na comunhão com Deus e com o próximo. Na margem morreremos, no barco morreremos, na superfície morreremos. É necessário mergulharmos fundo. O tsunami passará e nós permaneceremos vivos, mas isso não basta. Como médicos também devemos nos compadecer dos feridos desse mundo a fim de cumprirmos a vocação para qual fomos chamados.
Estar vivo e salvo é muito bom, mas é muito pouco. É necessário salvarmos todos que pudermos salvar.
Pense nisso!
terça-feira, 29 de maio de 2012
Reflexão sobre o amor
O amor normalmente é assim: inesperado, repentino, surpreendente. Digo, normalmente, porque o amor não é óbvio, muito menos previsível.
O amor, ainda que faça parte das relações humanas, encontra na ciência exata sua analogia. Seria o amor traduzido então pela matemática? Matemática não! Química.
O amor não é constituído de por números, expressões ou equações. Ele contém apenas elementos.
Mas seria a matemática capaz de traduzir o amor? Talvez. Acho podemos fazer uma tentativa. Não seria nenhum absurdo se dissermos que o amor é como duas retas perpendiculares que se encontram em algum lugar unindo-se em um mesmo ponto. Ele, o amor, nunca será paralelo, pois ainda que duas pessoas andem lado a lado, seus corações nunca se encontrarão. Por isso, o amor deve ir além da amizade e do companheirismo. Sem a interseção de sentimentos, emoções e propósitos, não há amor.
O amor há de ser sempre a arte do encontro. Uma via de mão dupla. Um constante dar e receber. Uma troca permanente. Um eterno depósito de tudo que há de melhor e nobre nesse mundo. O amor nasce nos dois lados. Seja dando ou recebendo. O amor deve ser assim. Se há desencontro então não há amor. Se a via for apenas de mão única, só restará decepção e frustração. Porque quem ama quer ser amado. Quem deseja, quer ser desejado, e quem conquista, inevitavelmente quer ser conquistado. Se não for assim, então caia fora.
Quer um conselho? Nunca tente forçar o amor. Ele não nasce de má vontade. Ele não pode ser imposto. Ele nasce do nada. Não pode ser produzido, visto que é espontâneo e livre. Ele é auto-existente. Tem vontade própria.
Mais um conselho. Não julgue o amor. Ele tem personalidade forte. O amor é corajoso e audaz. Ele enfrenta a tudo e a todos. Ele zomba da aparência, da estética, da condição social e da opinião alheia. Às vezes ele parece burro e ignorante. Nada disso! Ele é apenas excêntrico. Por isso, poderá ser incoerente, ilógico, sem roteiro pré definido, sem preconceito.
Assim, homem e mulher, quando se amam. Não unem apenas seus corpos, mas também suas almas. O amor tem o poder de unir a tríade humana: corpo, alma e espírito. Se apenas os corpos se unem pode haver sexo, mas nunca será amor. E quando as almas se unem, sem o desejo ardente de um pelo outro, se estabelece outro tipo de amor, mas não do tipo homem e mulher.
O amor é sutil, sereno e harmônico. Ao mesmo tempo em que é intenso, dinâmico e insinuante. O amor deve ser quente, fervoroso. Nunca frio e muito menos morno. Nada de mais ou menos, pois o amor desejará mais, muito mais.
O amor não aceita distância, só proximidade. O amor sente saudade. Ele quer estar perto, e quando perto, quer estar mais perto. No amor não há dúvidas, só certeza.
Se há verdadeiro amor entre um homem e uma mulher, então há poesia, se há poesia, há arte, se há arte, há inspiração, se há inspiração, há um mistério. Já que ninguém sabe ao certo como, ou em que momento ele nasce.
Assim é o amor. Complexo. Inalcançável. Sublime.
Existem certas coisas que não são para se compreender, apenas para se desfrutar. Então não perca tempo tentando desvendar a caixa preta do amor. Ele é um código criptografado pelo próprio Criador, apenas aproveite.
Então ame e seja amado (se tiver sorte).
“Há três coisas que são maravilhosas demais para mim, sim, há quatro que não entendo: o caminho da águia no céu, o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar, e o caminho do homem com uma donzela”. Pv.30:18-19.
Anderson Reis
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Reflexão sobre o inferno
Há algum tempo prometi escrever sobre esse tema, inclusive já fui até cobrado pela demora em escrevê-lo, mas antes tarde do que nunca.
Confesso que esse não é um tema muito agradável de ser abordado. É um assunto pesado, evitado até mesmo por aqueles que dizem não acreditar que o inferno exista. Com certeza seria melhor escrever sobre: amor, esperança, futebol, culinária, ou coisa parecida. Mas sobre o inferno? Deus me livre! Diria alguém. E Ele quer livrá-lo mesmo.
Em primeiro lugar acho que é importante dizer que o inferno não é aqui nesse mundo, como alguns pensam. Se o inferno fosse aqui até que ele não seria tão ruim assim. Porque por pior que esse mundo seja ainda há muita coisa boa nele. No mundo existem guerras, fome, doenças, maldade, assassinatos, estupros, corrupção, desigualdade social e por aí vai. Mas ainda sim, podemos encontrar por aqui solidariedade, pais que amam seus filhos, filhos que amam seus pais, gente que ajuda o outro, casais que se amam, gente com saúde, sonhos realizados, gente honesta e milhares de outras coisas boas. Isso de forma alguma tem a cara do inferno. Então porque algumas pessoas sofrem? Esse é um outro tema que não vou prometer escrever, senão serei cobrado por isso.
O certo é que aqui, de fato não é o inferno.
Por outro lado existem pessoas que acham que o inferno é um eterno carnaval e que o céu é um lugar de gente certinha, comportada, careta e etc... Normalmente essas pessoas imaginam o céu como um grande jardim cheio de flores, com relva pra todo lado e cheio de gente perambulando sem ter o que fazer, enquanto o inferno é um lugar agitado, com cerveja à vontade, cheio de mulheres seminuas, e onde a sacanagem corre solta. Talvez desse pensamento tenha surgido o nome “inferninho”, nome pelos quais são chamados aqueles lugares onde algumas pessoas vão para, digamos assim, satisfazer os desejos da carne.
Se esse é o seu pensamento acerca do inferno você está redondamente (lembra da Skol?) enganado. O inferno não é um lugar onde todas as fantasias e prazeres são realizados. Pensar assim seria o mesmo que desejar ir para uma penitenciária achando que irá encontrar lá um tratamento igual ao de um hóspede do Copacabana Palace. Acredite! O inferno não é um lugar legal.
Eu nunca estive no inferno, e não gostaria de dar uma passadinha lá nem como turista. Então como eu sei que o inferno existe e que ele não é um lugar legal?
O inferno é uma daquelas doutrinas que a gente só aceita pela fé, assim como todos os demais assuntos que compreendem a espiritualidade cristã. Como aceitar coisas como: milagres, curas divinas, ressurreição e arrebatamento a não ser pela fé? São coisas que não dá para explicar, nos compete apenas escolher crer ou não. Portanto, estou abordando um assunto do qual eu creio. Além disso, ninguém falou mais do inferno do que Jesus Cristo. Isso mesmo! Nos evangelhos encontramos diversas referencias de Jesus acerca do inferno.
Jesus certa vez contou uma parábola (ilustração). Ele disse que havia dois homens. Um era muito rico, e o outro era um mendigo, e se chamava Lázaro. O rico vivia regaladamente, enquanto Lázaro vivia das sobras do rico. Um dia os dois morreram. O pobre Lázaro foi levado ao paraíso, enquanto o rico foi levado ao inferno. E que fique claro que Jesus não entra no mérito do porque um foi para o céu e o outro para o inferno. Ele não queria dizer com isso que todo pobre vai para o céu e que todo rico vai para o inferno. Nessa parábola o mais importante não era ensinar sobre os méritos que levaram os dois para destinos diferentes, a ênfase dessa parábola era mostrar a diferença entre um lugar e outro.
Em sua parábola Jesus diz que o rico era miseravelmente atormentado no inferno, enquanto Lázaro era consolado. O rico podia ver Lázaro no paraíso, e em meio ao seu sofrimento ele pediu a Abraão, patriarca judeu, para que Lázaro, apenas, molhasse a ponta do dedo e colocasse em sua boca para aliviar um pouco o seu sofrimento. Então Abraão disse. Não! Existe um grande abismo em vocês dois, de modo que aqueles que aqui estão não podem passar para onde você está, e aqueles que estão aí não podem vir para onde estamos. Resumindo. Quem entrou no céu não tem como ir para o inferno assim como aqueles que estão no inferno não tem como ir para o céu. No plano espiritual não existe transferência. Quem entrou, entrou, quem não entrou não entra mais.
Quando o rico percebeu que para ele não havia mais jeito ele se lembrou dos seus parentes que ainda estavam vivos, então ele rogou. Pai Abraão, eu tenho parentes, permita-me voltar para alertá-los sobre esse lugar. Então Abraão disse. Não! Eles têm os ensinamentos de Moisés e dos profetas (o Antigo Testamento). Então o ex-rico gritou. Não pai Abraão! Se alguns dos mortos falassem com eles, assim eles creriam. Abraão respondeu. Se não ouvem a Moisés e os profetas, tão pouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite alguém entre os mortos.
Com isso, Jesus estava dizendo o seguinte. Quem está morto não tem como voltar para falar com quem está vivo. E o outro ensino é o seguinte. Se alguém quiser ser convencido das realidades espirituais deve ser pela fé na Palavra de Deus.
Nesse ensino Jesus afirma que o rico era atormentado. Sinceramente não sei que tipo de tormento é esse, mas não deve ser nada bom.
Ainda que eu creia que o inferno não é aqui, eu creio que o inferno, para muitas pessoas, pode começar aqui e ter continuidade na outra vida. Imagine quão triste pode ser a vida de uma pessoa tanto nessa vida, quanto no pós vida. Isso porque quem morre é o corpo, a alma, que é nosso ser interior, isto é, quem somos de verdade, permanece para sempre. A alma é presa nesse mundo pelo corpo físico. Enquanto ele estiver funcionando bem a alma estará presa a ele, quando esse corpo não funciona mais, a alma é livre para viver no plano espiritual. O corpo é mortal, mas a alma é imortal.
Mas como eu ia dizendo, existem pessoas que já vivem o inferno em vida. E existem vários tipos de inferno. Existe o inferno: psicológico, emocional, mental, espiritual e etc. Infernos que podem existir dentro da gente produzindo: angústia, tristeza, culpa, ansiedade, preocupação, complexos ... Deus não criou o ser humano para viver em nenhum tipo de inferno seja em vida ou na morte, mas as vezes o próprio ser humano entra nesses infernos.
Acerca do inferno, a Bíblia diz que ele foi preparado para o diabo e seus anjos. Isso quer dizer que Deus preparou o inferno como um lugar de tormento para o diabo. O inferno é um lugar tão terrível que nem o diabo se sente bem nele. Nem o diabo gosta do inferno.
Agora pense bem. Existem pessoas que adoram uma farra, bebedeira, infidelidade, sacanagem, e afins. Não precisa nem ser muito extremo. Imagine alguém certinho, gente boa, mas que em vida nunca se preocupou com Deus. Nunca fez uma oração, nunca pegou em uma Bíblia, nunca louvou ao Criador por nada. Na verdade essa pessoa acha esse negócio de culto, missa, igreja uma chatice. Uma pessoa, gente boa, mas totalmente alienada de Deus durante a vida. Aí essa pessoa morre e Deus a leva para o céu. Sabe o que vai acontecer? Essa pessoa vai entrar no céu e vai ficar desesperado para sair de lá. Essa pessoa vai achar o céu um inferno. Sabe por quê? A alma que mora dentro do seu corpo em vida será a mesma que continuará a existir depois da morte física, Então se pessoa não se interessou por Deus enquanto vivo, depois de morrer também não vai se interessar. No céu encontramos Deus e tudo lá gira em torno dele, de modo que se a pessoa enquanto viva, mesmo sendo gente boa, não se interessa por Deus, depois de morrer Deus não pode levar essa pessoa para o céu, visto que o céu seria incompatível com a natureza que possui. Com isso, quero dizer que quem almeja o céu, começa a viver o céu aqui na terra, buscando a Deus, louvando a Deus e se interessando pelas coisas de Deus enquanto vivo, então quando a morte vem, a alma apenas dá continuidade no céu ao comportamento que já existia na terra.
Bem, acho que já escrevi demais e não quero ser cansativo. Para terminar quero dizer que quem ama a Deus não deve se preocupar com o inferno. O inferno é a proporção inversa do céu. Na verdade o inferno é tão ruim quanto o céu é bom. E o quanto o céu é bom? Pense em tudo de ruim, de pior que existem nesse mundo. Morte, tristeza, choro, lágrimas, doenças ... No céu não haverá. Agora pense em tudo de bom que existe nesse mundo. Por favor. Não pense em nada leviano. Falo de amor, igualdade, bondade, honestidade ... No céu existirá em proporções inimagináveis. Agora mais uma vez pense em tudo de bom que existe nesse mundo. No inferno não haverá. Sabe tudo de ruim que existe nesse mundo? No inferno existirá em proporções inimagináveis. Lembre-se. O inferno é tão ruim quanto o céu é bom. Agora, aos que acreditam que não existe céu, inferno ou coisa parecida, desejo sinceramente, que eles estejam certos, não para o meu bem, mas para o bem deles, porque se eles estiverem errados, quando eles perceberem que estão errados talvez seja tarde demais.
Mas quero terminar esse texto dizendo o seguinte. O que faz com que o céu seja céu, não são as coisas boas que existem lá. O que faz o céu ser céu é quem está lá. O céu só é céu porque Deus está lá. O que faz o inferno ser inferno, não é o diabo, é o fato de Deus não estar lá. Porque se Deus estivesse no inferno o inferno deixaria de ser inferno, e se tornaria o céu. E se Deus não estivesse no céu ele deixaria de ser céu para se tornar inferno. Conclusão. O céu sempre estará onde Deus está, e o inferno sempre estará onde Deus não está. Seja como um lugar depois da morte, ou na minha mente, na minha casa, na minha família ou no meu coração.
Pense nisso!
terça-feira, 31 de maio de 2011
O homem antes da queda
Dizem os cientistas que a maioria das pessoas não chega a usar nem 10% de sua capacidade mental. Alguns afirmam que Einstein, um dos homens mais inteligentes que já passou por aqui, usava um pouco mais que isso. Talvez 11 ou 12%. E qual é a causa de não utilizarmos toda potencialidade do nosso cérebro?
Ainda que a ciência tenha suas respostas, eu prefiro continuar com a Bíblia que diz que a razão disso é o pecado.
Pense em todos os avanços tecnológicos, médicos e científicos do homem. A NASA envia homens ao espaço, assim como um pai manda o filho à padaria. A engenharia e arquitetura constroem coisas incríveis (você já viu as coisas que estão fazendo em Dubai?). Hoje os médicos conseguem realizar intervenções cirúrgicas em qualquer lugar do mundo acessando remotamente um robô através da internet. Ao vermos isso nos perguntamos: Aonde o homem vai chegar? Não sabemos. A única coisa que sei é que tudo que foi feito e ainda será feito, dificilmente será feito com mais de 10% da capacidade do cérebro.
Agora imagine o homem antes da queda. Pense em Adão. O primeiro homem criado. Ele era a imagem e semelhança de Deus, totalmente sem pecado. Potencial do cérebro disponível, 100%. Adão era completo.
Apenas um homem como Adão teria a capacidade de nomear todos o animais existentes. Você conseguiria? Eu não. Segundo estudos existem cerca de 8 tipos de inteligência (matemática, lingüística, musical,espacial, físico-cinestésica, interpessoal, intrapessoal e naturalista), hoje essas inteligências são distribuídas individualmente, mas Adão provavelmente possuía todas. Adão tinha autoridade sobre todos os animais, e não se escandalize com o que vou dizer, ele podia se comunicar com eles. Aí você me diz: De onde você tirou isso? É só ler a Bíblia. Porque a Adão não se assustou quando a serpente falou com ele? Simples. Porque ele já estava acostumado a conversar com os animais. Se o homem não tivesse pecado, apenas poucas gerações de Adão seriam necessárias para construir tudo que existe hoje. Além de inteligência, Adão também era um homem de extrema força, uma força sobre comum. Como ele sozinho, digo antes de procriar e ver seus filhos crescerem, poderia cuidar de tudo que Deus havia criado? Um exemplo disso é a força de Sansão. De onde você acha que ela vinha? A força de Sansão nada mais era do que a liberação do tipo de força que Adão tinha antes da queda. Isso acontecia quando o Espírito do Senhor vinha sobre ele.
Apenas o Espírito Santo é capaz de liberar todo potencial que foi plantado por Deus em nós.
Pense nisso!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Porque Deus não perdoa o diabo?
Se um dia você perguntou sobre isso, eis aí a resposta (não uma resposta absoluta,apenas a minha visão. Portanto pode ser contestada).
Deus não perdoa o diabo porque ele não quer ser perdoado.
Deus só pode perdoar alguém que quer ser perdoado, e esse não é o caso do nosso adversário. Aí vai um pensamento teológico.
Satanás é um anjo. Anjos são espíritos com personalidade. Quero dizer com isso que a essência de um anjo é completamente espiritual, e nesse corpo unicamente espiritual reside a inteligência, intelecto, sentimento e vontade dos anjos, diferente do homem que um ser tricotômico (corpo,alma e espírito). No homem, o corpo é a residência da alma. Em nossa alma estão nosso intelecto, sentimento e vontade, e ainda temos o espírito (fôlego de vida, e a grande cartada de Deus) E por quê?
Os anjos por serem criaturas espirituais foram criados eternos, por isso, quando satanás e os demais anjos pecaram tornaram-se pecadores eternos, por causa de sua natureza eterna. O homem não foi criado eterno. Os anjos são espíritos, o homem alma vivente. Quando o homem pecou, a alma do homem se corrompeu, mas o espírito do homem permaneceu intacto, essa foi uma grande sacada de Deus. Quando alguém recebe a Cristo como salvador o Espírito Santo passa ser um só com nosso espírito humano, a partir daí Ele (o Espírito Santo) opera na vida o homem o novo nascimento exercendo influência sobre a alma do homem fazendo dele uma nova criatura.
Com o diabo e os demais anjos é diferente. Eles não tem o espírito livre para receberem o Espírito Santo porque eles são essencialmente espírito. Por não poderem receber o Espírito Santo não podem ser convencidos do pecado, da justiça e do juízo.
O Espírito Santo nos convence das coisas espirituais. Satanás e os demais rebeldes não precisam do Espírito Santo para serem convencidos de coisas espirituais porque eles vivem no mundo espiritual, portanto sabem coisas sobre Deus que nós sabemos apenas pela fé. Por isso o pecado deles se torna imperdoável.
Ufá! Que viagem!
P.S.: Sei que esse texto vai ser polêmico. Rs
terça-feira, 29 de março de 2011
Porque Deus não destrói o diabo?
Há pouco assisti a um vídeo do John Piper no youtube onde ele estava fazendo a divulgação de um novo livro. Dentre vários assuntos que o livro aborda, um chamou-me a atenção. Foi o seguinte tema: “Sendo Deus tão poderoso, porque Ele não destrói Satanás de uma vez?”. Boa pergunta. Então pus-me a pensar.
O argumento do Piper foi o seguinte. As vitórias em nossos embates contra Satanás contribuem para maior glória da Deus. É um bom argumento, mas acho que não é só isso. Na verdade, suponho que existam, não um, mas alguns motivos para Deus não destruir Satanás. Deixe-me ver.
O caráter de Deus é um bom motivo para Satanás ainda não ter sido destruído. Não é do feitio de Deus aniquilar todos aqueles que não queiram nada com Ele. Deus não é ditador. Pelo contrário, Ele é longânimo. O juízo de Deus nunca é imediato, sendo assim Ele não pode agir contra sua própria natureza, mas o juízo sobre o diabo virá, pois o mesmo Deus longânimo é o Deus que não tem o culpado por inocente.
Outra idéia é que Deus não aniquila satanás porque ele serve aos seus propósitos. Para nos provar, por exemplo. Não que o diabo faça isso deliberadamente, mas Deus sendo conhecedor de tudo, prepara todos os cenários e se antecipa a todas as jogadas do diabo, para que no fim o resultado seja o que Ele planejou. Assim Deus transforma o mal, em bem, como no caso de José.
Além disso, a idéia termos um inimigo nos impele a buscarmos mais a Deus. Então podemos dizer que o diabo contribui para nossa espiritualidade. Quem diria!
Outro pensamento é que Deus usa o diabo como instrumento de juízo, sejam sobre nações, povos, cidades ou indivíduos. Um exemplo disso foi a permissão que Jesus concedeu a legião de demônios para entrar nos porcos. Isso foi um juízo, um castigo contra os gadarenos por criarem porcos, que eram considerados animais imundos pelos judeus.
Outra teoria, e acho essa a mais interessante, é que Deus não destruiu satanás para servir de exemplo para nós e para os anjos. Para mostrar-nos em que pode se tornar uma criatura distante de Deus. Existe coisa pior do que ser tornar um diabo? A existência de satanás é uma pregação personificada, e a mensagem é a seguinte “eu sou o que sou porque escolhi viver longe de Deus”.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Porque você vai ao culto?
Não foram poucas vezes em que eu entrei no templo para participar do culto e me fiz a seguinte pergunta: “O que eu estou fazendo aqui?” Essa questão não era existencial, mas era uma pergunta que eu me fazia para aquele dia, para aquela hora, para aquele momento, como quem se pergunta “O que eu vim fazer aqui hoje? Com que propósito eu saí de casa para vir ao templo?” Acredito que todo crente deveria fazer essa indagação sempre que entrar na casa de Deus.
A partir desse sentimento começava uma viagem interior em busca da verdadeira motivação em ir à igreja. Na maioria das vezes, isso para não dizer todas as vezes, eu conseguia encontrar a(s) resposta(s), e algumas respostas não eram tão nobres assim.
Algumas vezes cheguei a conclusão de que fui a igreja porque não tinha outro lugar melhor para ir e não queria ficar em casa. Outras vezes fui à igreja porque queria muito ver ou encontrar uma pessoa. Ainda outras porque a igreja é um lugar legal. Meus amigos estão lá e após o culto a gente costuma sair pra comer alguma coisa e jogar conversa fora. E ainda existiram aquelas vezes em fui a igreja porque não estava me sentindo bem, e precisava ouvir alguma coisa que levantasse a minha moral. Isso sem falar das vezes em que estive lá por pura responsabilidade. Por ter que fazer alguma coisa. Por ser responsável por alguma coisa. Seriam essas motivações corretas, dignas para ir ao culto?
Deus conhece nosso coração, e não sei como ele vê nossas motivações. Talvez ele veja tudo isso com esperança, sim, esperança que no decorrer do culto, de uma reunião, mesmo com as motivações erradas sejamos tocados pelo Espírito Santo a direcionarmos nosso coração para Ele.
Antes de irmos ao culto, ou a igreja, não sei como você fala, devemos preparar nosso coração. Pesarmos as motivações. Direcionarmos nossa alma. Pois apenas assim prestaremos ao Senhor um culto racional em Espírito e em verdade.
“Preparado está o meu coração ...” Sl.108:1.
Pense Nisso!
terça-feira, 22 de março de 2011
Está disposto a abrir mão?
Você já parou para pensar porque algumas pessoas morrem em assaltos? Na maioria das vezes isso acontece porque a vítima não quer abrir mão de algo que está sendo tirado delas, visto que para elas é precioso. Elas não querem que o carro se vá, não abrem mão da carteira, do relógio, da aliança. E por isso acabam vitimadas pela violência de pessoas más, por não abrirem mão daquilo que é valioso. Nós sabemos o quanto uma coisa é importante para nós pela nossa disposição em não abrirmos mão dela.
Se por causa de uma briguinha você abre mão do seu casamento, é porque ele não era precioso para você. Se por causa de um pequeno aborrecimento no trabalho você se demite, é porque esse emprego não era precioso para você. Se ao saber que seu filho está envolvido com drogas você o abandona ou expulsa ele de casa, é porque ele não é precioso para você.
Isso é inato ao ser humano. Se for precioso a gente segura, mas se não tem valor a gente nem esquenta.
Mas o que você faria se Cristo pedisse a você para abrir mão de algo importante? O que você faria? Eis o que um jovem rico fez.
Um dia ele se aproximou de Jesus e perguntou: Bom mestre, o que farei para herdar a vida eterna? Cristo lhe fez algumas perguntas, e por último disse a ele “vai, vende tudo que tens e dê aos pobres, depois venha e segue-me”. Sabe o que ele fez? Entristecido, virou as costas para Jesus e foi embora, porque ele tinha muitos bens. Porque Jesus fez isso? Não seria possível o jovem servir a ele e conservar seus bens? É algum pecado ser rico? Claro que não! Mas a Bíblia diz que Cristo sabe o que está no coração do homem, e mais, “onde estiver o vosso tesouro, estará o vosso coração” disse Ele.
Hoje Cristo pode te pedir para abrir mão de algo importante para você. Hoje ele pode te mandar abrir mão de algo para agradá-lo. Ele pode dizer: abandone o cigarro, esqueça o futebol do final de semana, se afaste daquela amizade, não faça aquele negócio, tire a cerveja da sua vida. Talvez você diga, mas porque Senhor? Eu não vejo mal algum nisso.
Talvez você não veja, mas Ele vê, e está te dizendo a você: "por amor a mim, abra mão disso".
Qual será sua resposta? Você pode obedecê-lo e segui-lo ou você pode virar as costas para Ele entristecido, ou até mesmo alegre e continuar viver sua vidinha agradando apenas a você.
A escolha é sua.
Quem segue a Cristo deve estar disposto a abrir mão de qualquer coisa, se necessário for, de tudo.
Pense nisso!
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Crentes como pipoca
Não sei quanto a vocês, mas se não fosse eu o escritor desse texto, e se tivesse que julgar o conteúdo do texto pelo título, com certeza, a primeira imagem que viria a minha cabeça seria daqueles irmãos que gostam de se alegrar tanto em Deus que ficam rodando, pulando e saltando “como pipocas”, principalmente nos cultos pentecostais. E que fique claro que isso não é uma crítica, já eu também, sou pentecostal. Mas não é isso que estou me referindo.
Na verdade a inspiração para escrever essa reflexão surgiu enquanto eu assistia um pacotinho de milho se transformando em um saco de pipocas quentinhas dentro do microondas. Então eu pensei “caramba, isso tem tudo a ver com relacionamento com Deus”.
Pense bem. Existe uma grande diferença entre comer milho cru, in natura, de comer pipoca. Quando você olha um grão de milho não dá pra imaginar que ele se tornará outra coisa, até que ele entre no microondas, mas é exatamente isso que acontece, e sua mudança é tão grande que até o nome muda. Deixou de ser milho e virou pipoca. Tudo isso porque a semente de milho estava no ambiente certo, dentro do microondas.
Tal qual grãos de milho no microondas, somos nós na presença de Deus, e esse é o ambiente e o lugar certo para sermos transformados de dentro para fora a fim de sermos pessoas que ninguém nunca imaginou que pudéssemos ser. Todo potencial existente em um grão de milho já está dentro dele, mas isso só se tornará visível a todos no ambiente certo. Da mesma forma, existe em nós todo potencial para sermos aquilo que Deus sonhou que fôssemos, mas isso só será visível ao mundo se eu estiver na presença de Deus, mas até isso leva tempo. Não é imediatamente que o grão de milho se transforma em pipoca, isso leva alguns minutos, e é gradativo. Nossa transformação também não é rápida, pode até mesmo parecer demorada, mas na presença de Deus ela será inevitável.
Pense nisso!.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Mel, água doce e louvor
O que há em comum entre o mel, um pouco de água adocicada e o louvor? É simples. Eles posuem o poder da atração.
Mas a quem eles atraem? Esses elementos atraem todos que são apaixonados e loucos por eles. As formigas são loucas por mel, os beija-flores adoram água adocicada, e Deus, bem, Ele é apaixonado pelo louvor.
Faça um teste. Experimente colocar um pouquinho de mel em algum lugar. Depois de pouco tempo as formiguinhas estarão lá. É incrível! Ainda que não haja nenhum vestígio delas por perto, elas sairão dos seus esconderijos e em um instante um exército delas aparecerá. O mel tem esse poder.
Faça outro teste. Experimente colocar um recipiente com água adocicada em sua janela, e você terá sempre a companhia de um beija-flor que a todo o momento virá beber daquela aquela água. Eu não sei como, mas ele nunca mais esquecerá o caminho que o levará até ela. Sempre que sentir sede ele voltará para beber daquela água. O beija-flor estará sempre lá, não será uma surpresa para você quando ele aparecer. Afinal você colocou em sua janela algo que ele adora.
Agora experimente louvar a Deus. Louve na alegria. Louve na tristeza. Louve no templo. Louve em casa. Louve no trabalho. Louve na saúde. Louve na doença. Louve com dinheiro. Louve sem dinheiro. Louve na bonança. Louve no sofrimento. Faça da sua vida um instrumento de louvor. Sabe o que acontecerá se você fizer isso? Deus virá.
Se você ama a presença de Deus, saiba que Deus ama o louvor. Assim como mel atrai formigas, e água doce atrai beija-flores, o louvor atrai a Deus.
O louvor cria uma atmosfera que agrada a Deus. No céu Ele é cercado de louvor. Anjos, querubins, serafins, os 24 anciãos, os seres viventes, todos o adoram, e Ele manifesta sua glória. Deus habita no meio dos louvores do seu povo, e é lá que ele se sente bem.
Porque a maioria de nós sente a presença de Deus apenas no templo? É porque não criamos em outros lugares a atmosfera de adoração que existe no lugar de adoração. Somos seres criados para o louvor e quando aprendermos a louvar a Deus em todo tempo e em todos os lugares a presença de Deus será constante em nossas vidas.
Podemos levar a presença de Deus no carro, no ônibus, no metro, na faculdade, no trabalho, aonde for. Quando louvamos estamos dizendo ao Senhor “Venha Deus, já preparei o lugar para ti”.
Deus é muito educado. Se você se calar, ficar em silêncio, murmurar, reclamar, e ficará onde está, mas se você começar a louvar Ele aceitará o convite, e pode ter certeza que ele virá.
Prepare para Ele um trono de louvores.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Déficit de aprendizagem espiritual
Tenho penado para aprender a falar inglês, mas confesso. Tá difícil! Acho que tenho alguma dificuldade com idiomas. Parece que inglês não entra na minha cabeça. Assim como: matemática, química, física, português ... Rss. Reconheço que não sou o mais dedicado dos alunos, mas existem erros que a essa altura do campeonato não dá pra aceitar.
Já estou no nível intermediário, mas é incrível como ainda cometo erros primários na formação das frases, como se ainda estivesse na primeira aula. Erro no uso das preposições, escorrego na conjugação dos verbos, tenho dificuldade na pronuncia e etc. Fico indignado comigo mesmo ao cometer erros tão bobos. Pelo tempo que tenho estudado inglês, já era para eu estar falando o idioma fluentemente, mas estou longe disso. Isso é uma vergonha!
Acho que era isso que o escritor aos hebreus estava querendo dizer quando escreveu aos crentes judeus: “Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido”. Hb.5:12.
Há quanto tempo conhecemos o evangelho? Quantas pregações já ouvimos? De quantos cultos já participamos? Quantas vezes já fomos advertidos acerca do pecado?
Talvez pelo tempo, já deveríamos ser maduros para discernirmos o certo e o errado, o bem e o mal, o santo e o profano, mas parece que estamos sempre caindo nos mesmos erros. Mês após mês, ano após ano como crianças que nunca crescem.
Se eu realmente desejo falar inglês fluentemente, tenho que levar isso mais a sério: estudar mais, praticar mais, me emprenhar mais. Caso contrário estarei perdendo tempo e dinheiro. Se realmente queremos ser cristãos autênticos temos que levar o evangelho mais a sério: estudarmos mais a Palavra, praticarmos mais o que aprendemos de Deus e nos emprenharmos para vivermos uma vida santa e piedosa. Caso contrário corremos o risco de perderemos algo muito mais valioso que tempo e dinheiro. Estou falando de vida eterna.
Pense nisso!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Porque Deus não dá explicações?
Não sou PH.d e muito menos o guardião dos oráculos divinos para responder todas as questões acerca de Deus, mas já vi muita gente, em momento de luta e tribulação, cobrando Dele uma explicação. Questionam o porquê de uma oração ainda não ter sido respondida. Perguntam o porquê determinada enfermidade entrou na família. Indagam os motivos de Deus ter dito “não” a algo que eles queriam muito que Ele dissesse “sim”. Quantos pais já argüiram Deus querendo saber porque o filho tão bom morreu tão novo e de forma tão estúpida.
Alguns dizem que não estão reclamando do que estão passando, mas eles querem apenas entender porque estão passando por aquilo, ou porque Deus permitiu que alguma coisa acontecesse. Eu mesmo já fiz inúmeras indagações a Deus, cobrando dele uma explicação acerca de algo.
Existem algumas coisas que acontecem ou não acontecem em nossa vida, por nossa culpa, outras por circunstâncias da vida e ainda outras porque simplesmente Deus permitiu. E porque permitiu? Porque Ele quis. Porque Ele quis? Porque ele tem propósitos. Então porque ele não me explica esse propósito? Não sei. Explicar ou não, o quê, e como ele age é uma decisão Dele. Ele é soberano.
Quer saber? Na maioria das vezes Deus não dá explicações. Jó passou pelo que passou. Cheio de porquês e Deus não explicou a ele que não tinha nada de errado, mas que ele estava sendo apenas provado. Morreu sem saber disso. Deus apenas mudou o cativeiro de Jó, mas não explicou nada.
Mas será que precisamos mesmo das explicações de Deus?
E se Deus começasse a dar seus motivos para as coisas que ele permite ou não na nossa vida e nós não concordássemos? Aí eu pergunto de que adiantaria as explicações Dele? Os pensamentos de Deus são mais altos que os nossos e não seria de admirar se começássemos a discordar de Deus dizendo “Foi por causa disso que o Senhor permitiu aquilo? Senhor agora eu entendi, só não concordo”. Acredito que muitas das explicações de Deus iriam gerar mais revolta do que aceitação, creio que é por isso que na grande maioria das vezes Deus prefere ficar em silêncio, confiando que iremos andar pela fé, crendo que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Ele.
Certas explicações de Deus soariam para nós como física quântica aos ouvidos de uma criança de um ano.
Pense nisso!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Esteja atento ao toque
Não sei quanto a você, mas eu odeio a mesmice, por isso, estou sempre mudando algumas coisas quando posso. Gosto de conhecer lugares diferentes, pessoas diferentes, fazer coisas diferentes e etc., mas esses dias fiz uma coisa muito simples. Troquei o toque musical do meu celular. Já estava com uma musiquinha chata a bastante tempo, então resolvi mudar. O problema de se trocar o toque do celular é que sua cabeça, ou pelo menos a minha cabeça, ainda fica acostumada com o toque antigo. Então o que acontece durante algum tempo? O bendito toca, toca, toca e eu nem aí, isso quando ele não está vibrando no meu bolso, até que alguém diz: “Hei! Você não vai atender o telefone não”? Então é aí que eu percebo que o celular que está tocando é o meu, e que existe alguém que está tentando falar comigo. Meu problema é que eu ainda não me acostumei com o novo toque.
A grande lição dessa historinha é a seguinte. O relacionamento com Cristo, fazendo uma analogia bem simples, é como um novo toque de celular, muito mais bonito e original. Esse relacionamento com Cristo ser bem difícil para aqueles que ainda estão acostumados com o toque antigo, o toque do mundo. No antigo toque, o mundo nos chama. No novo toque Cristo nos chama. Só que as vezes estamos tão acostumados com o toque antigo, que não percebemos Cristo nos chamando. Então ele chama inúmeras vezes, e quando não é atendido a ligação se perde. E o quão preciosa pode ser uma ligação? Não sei. Mas muitas ligações podem até serem besteiras, mas algumas revelam coisas, oferecem oportunidades, declaram sentimentos. Só sei de uma coisa. Quando Cristo quer falar é importante.
Esteja atento ao novo toque.
A grande lição dessa historinha é a seguinte. O relacionamento com Cristo, fazendo uma analogia bem simples, é como um novo toque de celular, muito mais bonito e original. Esse relacionamento com Cristo ser bem difícil para aqueles que ainda estão acostumados com o toque antigo, o toque do mundo. No antigo toque, o mundo nos chama. No novo toque Cristo nos chama. Só que as vezes estamos tão acostumados com o toque antigo, que não percebemos Cristo nos chamando. Então ele chama inúmeras vezes, e quando não é atendido a ligação se perde. E o quão preciosa pode ser uma ligação? Não sei. Mas muitas ligações podem até serem besteiras, mas algumas revelam coisas, oferecem oportunidades, declaram sentimentos. Só sei de uma coisa. Quando Cristo quer falar é importante.
Esteja atento ao novo toque.
domingo, 8 de agosto de 2010
Os ladrões de oferta
Infelizmente essa história é baseada em fatos reais.
Foi em um domingo pela manhã, era dia de celebração da santa ceia. A igreja estava reunida em adoração, os grupos musicais cantando, os pastores sentados no púlpito, alguns adorando, outros conversando, a grande maioria distraída. Enquanto isso os diáconos recolhiam as ofertas. Banco após banco os envelopes eram recolhidos. O culto continuou. A Palavra foi lida e a mensagem foi pregada. Minutos depois, uma notícia alarmante. A tesouraria da igreja havia sido roubada.
Dois elementos que estavam no meio da igreja, sem que ninguém percebesse, acompanharam os diáconos até a tesouraria. Eles ficaram à espreita, esperaram a porta se abrir, quando perceberam a oportunidade eles entraram, rederam a todos que estavam contando as ofertas. Levaram dinheiro, celulares, relógios e todo dinheiro que o povo de Deus havia ofertado naquela manhã. A notícia pegou todos de surpresa. Ninguém esperava que uma coisa dessas pudesse acontecer dentro da igreja, ainda mais em uma manhã de santa ceia.
Diante desse fato, foi inevitável lembrar alguns textos bíblicos. “Se o dono da casa soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão vigiaria e não deixaria roubar a sua casa. Por isso ficai também vós apercebidos, porque numa hora em que não penseis virá o filho do homem”. Mt.24:43-44. “... o dia do Senhor virá como vem o ladrão ...”. I Ts.5:2.
Hoje o pastor mandou reforçar a segurança, consertou as câmeras de vigilância e todos agora estão mais atentos, mas preparação deve ser feita sempre antes e não após os fatos. Talvez isso tenha sido apenas um despertamento.
“Mais um poucochinho de tempo, e o que há de vir virá e não tardará”.
Pense nisso!
terça-feira, 20 de julho de 2010
Teologia de eclipse
Me critique quem quiser criticar, mas não posso negar que gosto de filmes de vampiro. Já perdi a conta de quantos já assisti: Drácula 2000, Blade, Anjos da Noite e como não poderia deixar de ser, nos últimos anos tenho acompanhado nos cinemas a badalada série Crepúsculo. Aliás, há poucos dias assisti o último lançamento “Eclipse”, o filme foi até legal, mas esperava mais. Não é minha intenção usar esse espaço para fazer um bico de crítico de cinema, quero apenas comentar algumas coisas que me chamaram a atenção nessa última trama.
Em primeiro lugar ficou bem claro a existência de um triangulo amoroso. Diferente dos outros filmes onde parecia bem resolvida, Bela teve o coração balançado pelo pêlo quente de Jake. Em alguns momentos do filme, Edward faz o papel de corno manso, mas a grande verdade é que a mocinha ainda não decidiu com quem quer ficar de fato. A lição que fica é a seguinte. Coração dividido é sempre um problema. Pedro ou Juninho? Maria ou Joana? Engenharia ou medicina? Cristo ou o mundo? Não dá pra assobiar e chupar cana ao mesmo tempo, mais cedo ou mais tarde uma decisão tem que ser tomada.
A Segunda coisa que me chamou a atenção foi a insistência de Edward em fazer Bela desistir de ser como ele. Um frio. Mortos vivos desprovidos de alma, condenados a viverem assim eternamente.
Edward um dia teve uma alma viva, conhecia os dois lados da existência, e não queria que Bela tivesse a mesma sentença, por mais que isso significasse ficar o resto dos seus dias longe da pessoa que amava. Aqui tem mais uma lição. Até um vampiro sabe o valor de uma vida. Até um vampiro sabe o valor de uma alma. E você? Será que sabe? Paixões, desejos, sucesso, dinheiro ... Que adianta ganhar o mundo (aquilo que você tanto deseja, mas só que Deus não faz parte desse mundo) inteiro e perder a alma?
Acho que poderia extrair mais coisas, mas prefiro ficar por aqui.
Pense nisso!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Parábola da escadaria
Numa noite dessas eu tive um sonho. Eu me via diante de uma grande escadaria, e ela ia da terra ao céu. Seus degraus eram de ouro puríssimo e no final dela existia um trono, envolto em luz incomparável, e ALGUÉM assentado sobre ele.
Era possível ouvir uma música celestial vindo do alto, de onde estava o trono, e eu, atraído por aquela glória comecei a subir a escadaria, degrau após degrau. Havia momentos em que me sentia impaciente, pois parecia que o tempo estava passando eu não iria conseguir chegar ao topo. Então eu corria. Queria pular degrau, mas eles eram largos demais e eu não conseguia. Depois de algum tempo cansei de correr. Então cansado parei. O trono ainda parecia tão longe, tão distante. Permiti que o desânimo tomasse conta de mim. Então comecei a descer a escadaria que outrora subia. Na descida acabei trocando os degraus. Tropecei. Caí. Rolei escada abaixo. Quando dei por mim, estava novamente no mesmo lugar onde havia começado a subir. Olhei para mim mesmo. Ferido, machucado, quebrado. Então pensei “Isso não é para mim”. Com dificuldade coloquei-me de pé e virando as costas decidi partir. Foi quando ouvi a música novamente. Virei e olhei para o alto mais uma vez. A luz brilhava mais forte, como que me convidando a tentar mais uma vez. Tentei resistir, mas não consegui. Novamente comecei a subir. Degrau após degrau. Agora sem pressa. Um de cada vez. Quanto mais alto eu subia melhor eu enxergava e melhor ouvia. Mesmo sem correr, mais uma vez me cansei. Mais uma vez pensei em voltar, considerei desistir, mas no mesmo instante me lembrei da queda. Olhei de novo o alto, desejei novamente chegar lá. Fechei os olhos por alguns segundos e de repente senti uma mão no ombro. Abri os olhos, não vi a ninguém, mas aquela presença ainda estava ali, invisível, real. Ela me acompanhava na jornada. Então eu subia, subia, subia e subia.
Então acordei. Na verdade não entendi muita coisa, mas aquela presença no sonho.
Ainda sinto ela comigo.
Era possível ouvir uma música celestial vindo do alto, de onde estava o trono, e eu, atraído por aquela glória comecei a subir a escadaria, degrau após degrau. Havia momentos em que me sentia impaciente, pois parecia que o tempo estava passando eu não iria conseguir chegar ao topo. Então eu corria. Queria pular degrau, mas eles eram largos demais e eu não conseguia. Depois de algum tempo cansei de correr. Então cansado parei. O trono ainda parecia tão longe, tão distante. Permiti que o desânimo tomasse conta de mim. Então comecei a descer a escadaria que outrora subia. Na descida acabei trocando os degraus. Tropecei. Caí. Rolei escada abaixo. Quando dei por mim, estava novamente no mesmo lugar onde havia começado a subir. Olhei para mim mesmo. Ferido, machucado, quebrado. Então pensei “Isso não é para mim”. Com dificuldade coloquei-me de pé e virando as costas decidi partir. Foi quando ouvi a música novamente. Virei e olhei para o alto mais uma vez. A luz brilhava mais forte, como que me convidando a tentar mais uma vez. Tentei resistir, mas não consegui. Novamente comecei a subir. Degrau após degrau. Agora sem pressa. Um de cada vez. Quanto mais alto eu subia melhor eu enxergava e melhor ouvia. Mesmo sem correr, mais uma vez me cansei. Mais uma vez pensei em voltar, considerei desistir, mas no mesmo instante me lembrei da queda. Olhei de novo o alto, desejei novamente chegar lá. Fechei os olhos por alguns segundos e de repente senti uma mão no ombro. Abri os olhos, não vi a ninguém, mas aquela presença ainda estava ali, invisível, real. Ela me acompanhava na jornada. Então eu subia, subia, subia e subia.
Então acordei. Na verdade não entendi muita coisa, mas aquela presença no sonho.
Ainda sinto ela comigo.
domingo, 4 de julho de 2010
Dieta Espiritual

Por uma questão de saúde e estética (pra falar a verdade, muito mais de estética do que saúde. Rsss), resolvi procurar uma nutricionista. Acho que dá para imaginar o que ela me disse, não dá? Isso mesmo! Ouvi a palavra que eu mais temia. DI-E-TA. Ai meu Deus! Meu mundo caiu.
Vocês não tem idéia do que isso significa pra mim. Dá pra imaginar? Nada de carne vermelha. Isso quer dizer, nada de churrasco. Nada de massas, igual nada de rodízio de pizzas. Preciso de menos carboidratos, e nenhuma besteira tentadora, como visitas corriqueiras ao Mc Donald’s bancado pelos amigos. Ouviu Giovani? Rsss.
Estou limitado a um pouco de caldinho de feijão, umas poucas colheres de arroz, alguns grelhados e salada, legumes e verduras à vontade. Ah! Quem precisa de abóbora, chuchu, cenoura e etc.? Que chato!
Sei que viverei dias de grande tribulação, como nunca houve sobre a face da terra, e pior, não sei se serei salvo. Meu grande problema será no trabalho.
Veja bem (lembra do comercial de TV?) eu trabalho em uma indústria de produtos alimentícios, onde o carro chefe são simplesmente. Biscoitos. Imagine. Waffers, recheados, salgadinhos e etc. Todos os dias: fresquinhos, quentinhos, saídos do forno, passando a sua frente, como se estivessem dizendo pra você “Olha como eu estou gostoso. Tem certeza que não vai me provar?”. Ai que tentação!
Mas como vencê-la?
Depois de pensar um pouco, acho que encontrei a saída. Descobri que teria que reprogramar a minha mente, criando um sistema de compensação, levando em conta o que é mais importante para mim. Não entendeu? Vou explicar.
Quando os deliciosos biscoitos da Piraquê (O merchan é por minha conta) passarem diante de mim na hora do café, eu vou colocar na balança o que trará maior alegria e satisfação e o que será importante para minha saúde. Terei que decidir entre saciar meu paladar, saboreando alguns maravilhosos recheados de chocolate naquele momento ou se vou me privar deles, e mais tarde ter a alegria de subir na balança ver que perdi alguns quilinhos. E que o pneu de caminhão que eu tinha na cintura está virando um pneu de moto com potencial para desaparecer. Tudo será uma questão de decidir o que é mais importante.
Enquanto pensava em tudo isso, não pude deixar de fazer uma associação com a vida cristã. Imediatamente lembrei-me de Daniel e seus amigos. Exilados na Babilônia, longe de todos os referenciais religiosos de Israel, vivendo na corte real babilônica. Eles tomaram uma decisão importantíssima. Resolveram fazer DIETA.
O jovem Daniel e seus amigos não estavam preocupados em ficarem sarados, com barriga de tanquinho ou coisa parecida. O que eles queriam mesmo é ter a alma sarada, saudável. Porque para eles isso era o mais importante. O leitão a pururuca dedicados aos deuses caldeus, com certeza eram mais saborosos que uma salada de chuchu. Mas o que era mais atraente e gostoso iria contaminar a alma. Então para Daniel e seus amigos, era melhor comer legumes e ter a consciência tranqüila para com Deus, do que encher a barriga de tudo de bom e do melhor e desagradar o Senhor.
No fim, tudo é uma questão de importância. Agradar a Deus ou satisfazer a carne? O que vamos decidir?
Pense nisso!
terça-feira, 18 de maio de 2010
A existência de Deus
Falar sobre a existência de Deus é muito complicado. E porque? Simplesmente porque não dá para levar Deus ao laboratório e fazer um experimento científico. Não dá para colocá-lo em um tubo de ensaio e trabalhar em cima dele e descrevê-lo através de uma fórmula. Então para os ateus e agnósticos de plantão, infelizmente ficarão sem uma explicação lógica e racionalmente fundamentada para comprovar a existência de Deus.Agora, essa questão que envolve a existência de Deus incomoda apenas a nós, não eu, mas aos outros que ainda insistem que Ele não passa do fruto do imaginário humano que necessita se agarrar na crença de que existe algo ou alguém maior, mais poderoso e transcendente a quem possam recorrer no momento da dificuldade. Se você crê assim, tudo bem, minha intenção não é convencer ninguém, só estou abordando o assunto.
Quem sabe que é não precisa ficar provando nada a ninguém, principalmente quando esse que é já deu provas mais que suficientes de que ele é quem afirma ser. Olhe o universo, as estrelas, os buracos negros, o Planeta terra e etc. O que é mais fácil? Crer na existência de um Deus inteligente e poderoso, ou crer que tudo que existe aqui foi fruto do acaso? Será que não dá para perceber que é tudo perfeito demais? Pense um pouco. Se a Terra ficasse um pouco mais longe do sol ou um pouco mais perto a vida aqui seria impossível. A distância entre a Terra e o sol é simplesmente ideal, milimetricamente perfeita para o surgimento da vida. É, mas isso deve ser coincidência. Assim como também deve ser coincidência a Terra possuir uma força que atrai todos para ela chamada gravidade, e sem ela ficaríamos todos vagando no espaço sem rumo. Também deve ser coincidência a existência das estações do ano, de uma atmosfera cheia de oxigênio que por puro acaso é justamente o tipo de ar que nós precisamos para viver.
É incrível como as coincidências não acabam! O fato das árvores transformarem gás carbônico em oxigênio deve ser por acaso. A cadeia alimentar existente na natureza também deve ser puro acaso. O caminho das águas que dessem como chuva, depois evaporam e se condensam na atmosfera voltando como chuva renovando a terra também deve ser por acaso.
Com certeza você nunca observou a fauna e a flora. Animais de todos os tipos, formas, cores, comportamentos e habitat’s diferentes. Árvores frutíferas, legumes, vegetais, carne branca, carne vermelha, que por coincidência possuem as vitaminas e nutrientes necessários para o bom funcionamento do nosso organismo. É impressão minha ou parece que tudo que existe nesse mundo foi criado para nós? Será?
E o homem? Com certeza fruto do acaso. Resultado da evolução das espécies, mas isso é outro assunto. Você já se olhou no espelho? Já observou seu corpo? Suas mãos? Seus pés? Sua anatomia? Existe um sistema neurológico. Sistemas espalhados por todo corpo: respiratório, circulatório, reprodutor, digestivo, respiratório... Tudo funciona perfeitamente, integradamente. Sem falar no aspecto intelectual e emocional do ser humano. A capacidade de criar, compor, pintar, inventar, amar...
É, realmente Deus não deve existir. Tudo é produto do Big Bang. Onde já se viu acreditar nessa história de Deus em pleno século 21. Pessoas inteligentes, coerentes e evoluídas não podem acreditar nessas coisas. É muito simples explicar tudo. Em um tempo que ninguém sabe quando nem como surgiu a matéria, depois, e um tempo que ninguém sabe quando nem como essa matéria explodiu dando origem ao universo. Depois disso surgiram as amebas, seres unicelulares, a forma mais simples de vida. Como? Ninguém sabe. Desses seres surgiram todas as formas de vida hoje existentes, desde o homem, passando pelas baleias e elefantes. Darwin explicaria bem melhor que eu. Afinal a teoria é dele. Aliás, ainda é teoria e pelo visto sempre será, porque os pontos obscuros das idéias de Darwin dificilmente, para não dizer, nunca terão amparo científico.
Então, aqueles que desacreditam e menosprezam a fé devem saber que para acreditar na inexistência de Deus e na veracidade da teoria da evolução é necessário ter muito mais fé do que a fé necessária para acreditar em Gênesis.1:1 que diz “No princípio criou Deus o céu e a terra”.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Onde vamos parar?
Não gente! Essa foi demais!
Um dia desses estava mudando despretensiosamente o canal da televisão quando de repente estacionei no programa de uma igreja, cujo líder é proprietário da segunda maior emissora de tv do país. Todo mundo sabe quem é, mas vamos ser éticos não é?
Pois é. Os pastores estavam promovendo e convidando o povo para uma nova campanha que estariam realizando, cujo tema é “a unção dos sete pontos”. Meu Deus! Aonde chegamos? Será espiritismo ou Ioga? Sim, porque esse negócio de pontos vitais, chamdos de chakra, é filosofia da Ioga, cujas localizações vão da base da coluna até o alto da cabeça.
Engraçado, sempre pensei que o crente foi tirado do império das trevas e foi levado para o reino do filho do amor de Deus. Cl.1:13. E que também já fomos abençoados com toda sorte de bênçãos espirituais em lugares celestiais em Cristo. Ef.1:3. E ainda somos guardados por Deus porque o maligno não pode tocar os que são nascidos de Deus. Jo.5:18.
Além disso, se o crente der lugar ao diabo ele pode ungir até cem pontos no corpo que não vai adiantar nada.
Sinceramente não sei onde vamos parar. Daqui a pouco em lugar de oração estaremos fazendo meditação transcendental e em vez de buscarmos o enchimento do Espírito estaremos buscando o nirvana.
Pelo jeito hoje tá valendo tudo pra encher igreja. Já fiquei sabendo de igreja fazendo promoção de dízimo a 5%. Acreditem se quiserem.
Um dia desses estava mudando despretensiosamente o canal da televisão quando de repente estacionei no programa de uma igreja, cujo líder é proprietário da segunda maior emissora de tv do país. Todo mundo sabe quem é, mas vamos ser éticos não é?
Pois é. Os pastores estavam promovendo e convidando o povo para uma nova campanha que estariam realizando, cujo tema é “a unção dos sete pontos”. Meu Deus! Aonde chegamos? Será espiritismo ou Ioga? Sim, porque esse negócio de pontos vitais, chamdos de chakra, é filosofia da Ioga, cujas localizações vão da base da coluna até o alto da cabeça.
Engraçado, sempre pensei que o crente foi tirado do império das trevas e foi levado para o reino do filho do amor de Deus. Cl.1:13. E que também já fomos abençoados com toda sorte de bênçãos espirituais em lugares celestiais em Cristo. Ef.1:3. E ainda somos guardados por Deus porque o maligno não pode tocar os que são nascidos de Deus. Jo.5:18.
Além disso, se o crente der lugar ao diabo ele pode ungir até cem pontos no corpo que não vai adiantar nada.
Sinceramente não sei onde vamos parar. Daqui a pouco em lugar de oração estaremos fazendo meditação transcendental e em vez de buscarmos o enchimento do Espírito estaremos buscando o nirvana.
Pelo jeito hoje tá valendo tudo pra encher igreja. Já fiquei sabendo de igreja fazendo promoção de dízimo a 5%. Acreditem se quiserem.
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